A Coreia a pé — trilhas e tratamentos que não tomam o seu dia seguinte

Montanhas baixas que se sobem e descem no mesmo dia. Caminhos à beira-mar que começam na saída do metrô. E o tipo de tratamento que você faz na terça e ainda caminha na quarta.

As montanhas são baixas — e isso é a vantagem

Bukhansan, em Seul, tem 836 m. Geumjeongsan, em Busan, 801 m. Não impressiona no papel, mas é justamente por isso que a coisa funciona: não há refúgio para reservar, não há janela de tempo para esperar, não há saída de madrugada. As trilhas começam em estações de metrô. Você sai depois do café e volta para a cidade a tempo do jantar.

E há um formato que quase não existe fora da Coreia: o dulle-gil. Em vez de subir ao cume, o caminho contorna a montanha na mesma altitude, ou acompanha o litoral. O Galmaetgil, em Busan, tem 278,8 km — a maior parte à beira-mar, praticamente plana. Caminhar sem chegar ao topo aqui é uma categoria própria, não um prêmio de consolação.

Quando ir — atenção às estações invertidas

Este é o detalhe que mais pega brasileiro de surpresa. As estações são opostas às do Brasil. Quem viaja nas férias de dezembro a fevereiro chega no inverno coreano — com neve nas cristas e temperaturas abaixo de zero. É perfeitamente possível caminhar nessa época (os coreanos caminham), mas exige roupa adequada e, em alguns trechos de granito, crampons.

As melhores épocas para trilha são abril–maio e final de setembro–início de novembro. O outono, com as folhas viradas, é a razão pela qual boa parte dos coreanos sobe a montanha.

O verão coreano (julho–agosto) é quente e úmido, com monção. Os trechos costeiros do Galmaetgil aguentam melhor o calor do que qualquer trilha no interior, por causa da brisa — mas há pouca sombra.

Sobre os preços

Os valores citados no site estão em wons coreanos (KRW). A conversão para real depende do câmbio do dia — confira antes de viajar.

Os preços publicados são os da data da pesquisa. Clínicas reajustam. O valor final deve ser confirmado na consulta.

Cartão funciona na maioria das clínicas. Raramente é preciso dinheiro em espécie. Vale lembrar do IOF e do spread do seu cartão ao comparar com o preço no Brasil.

Trilhas (em inglês)

O conteúdo sobre trilhas ainda está só em inglês. Cada guia traz uma tabela de esforço: tempo, tipo de piso, sombra, quanto se transpira e como é fácil (ou não) encerrar no meio do caminho.

Sobre o site

Este é um guia de viagem, não um serviço médico. Quem decide o que você deve evitar e por quanto tempo é a sua clínica; o nosso trabalho é dizer quais caminhadas cabem dentro desse limite.


Este site é um guia de viagem e não presta serviços médicos. Nada aqui é orientação médica — indicação, restrições e tempo de recuperação variam de pessoa para pessoa e de clínica para clínica, e só um profissional habilitado que tenha examinado você pode avaliá-los. Condições das trilhas e horários dos parques mudam; confirme com o órgão responsável antes de sair. A tradução é automática e ainda não passou por revisão de falante nativo.